“ Meu tipo preferido de gente é aquela que espirra engraçado, que ri com a mão na barriga, que canta e dança qualquer música. Aquele tipo de gente que tropeça e finge que tá correndo, que sai de pijama na rua, que acorda rindo. Gente que não planeja tudo. Gente que pede licença, que diz “obrigado”, que pede desculpas, que chora assistindo filme. Aquele tipo de gente que é muito sincera, mas sabe quando e como falar, aquele que conversa olhando nos olhos. Aquela gente que diz que te ama, que mexe no cabelo dos outros, que lê as coisas no elevador, que conta piada, que joga conversa fora, que te organiza uma festa surpresa, um almoço ou um jantar surpresa… Aquele tipo de gente que te faz sorrir, que te faz sentir importante, que se importa. Aquele tipo de gente que não tem vergonha de ser feliz. Gente que gosta de gente!
— Autor Desconhecido. (via cher-la-vie)
“ Não te liguei essa noite porque fiquei com medo. Fiquei com medo de ouvir um “Alô” emburrado, sonolento. Fiquei com medo de você não querer me ouvir falando sobre besteiras. Fiquei com medo de te ligar e ouvir uma voz de menina atendendo seu telefone. Fiquei com medo de chorar dizendo o quanto te amo, o quanto te quero bem, comigo, que quero estar contigo pra onde quer que você vá. Fiquei com medo de ligar e você não dizer tudo o que eu queria ouvir. De dizer que não me ama, que não me quer como eu te quero ,que não me deseja o bem. Fiquei com medo de ligar e não ouvir suspiros, sonhos e pedidos de amor. Fiquei com medo, medo de jogar tudo pro alto, e sonhar com nós dois juntinhos, na luz do luar. Das noites em claro conversando sobre nada, só jogando conversa fora, só você, eu e o mar.
— Carolina, poema de nós dois. (via desejo-lhe)